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This is a formal ecclesiastical decree promulgated in 1704 and reaffirmed in 1707 by Charles Thomas Mallare, Patriarch of Antioch and Apostolic Vicar with *legatus a latere* faculties, alongside Brother Beda, Bishop and Most Reverend Provincial of the Neocor Missionaries Apostolic in China and Siam, and later endorsed by Lazarus Carneiro and Francis, Apostolic Vicars of Cambodia. Issued on 7 December 1704 and formally published on 7 February 1707 at Matani Nankiri, the document establishes binding canonical regulations for all missionaries—secular and regular, including Jesuits—serving in the missions of China, Siam, and Cambodia. It addresses five critical questions concerning the compatibility of Chinese and Southeast Asian ritual practices with Catholic doctrine, specifically delineating permissible civil veneration (*veneratio civilis*) of ancestors and cultural rites under strict conditions, while explicitly prohibiting participation in or endorsement of the ‘Sacrifice to Heaven’ (*Conchaji*), state cults (*Dovenis*), veneration of the ‘Tablet of the Ruler of Heaven’ (*T’ien-chu P’ai*), and local folk rituals (*geghili*). The decree invokes papal authority—including decrees of Urban VIII and Clement XI—and imposes automatic excommunication for non-compliance, reserving absolution solely to the Holy See or, in cases of imminent death, to the Society of Jesus under narrowly defined conditions. It constitutes a foundational regulatory text for the Chinese Rites Controversy within the early modern Catholic missionary enterprise.
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Frei António do Rosário responde a um pedido de informação realizado por frei Francisco de Herrera relativamente à averiguação de um caso de bigamia no Santo Ofício, nomeadamente, sobre um tal "Gines Berrueso" na documentação em castelhano. Na qualidade de governador do bispado da China, frei António do Rosário ordenou ao provisor e vigário-geral, Dionísio Lopes da Rocha, igualmente pároco da freguesia da Sé, que compulsasse os livros de casamentos. Este último identificou na folha 22 do livro de casamentos um termo no qual o padre Adriano da Cunha oficiara o casamento de "Gines Barrozo Alfoçea" com "Luçia" (Lúcia ou Luzia) Pereira. Foram testemunhas deste casamento Luís Camelo Serrão (que foi ouvidor de Macau) e Tomé Brás. O Padre Manuel de Faria proporcionou a certidão de que a assinatura de Dionísio Lopes da Rocha era autêntica a 4 de Setembro de 1625. O documento, copiado pelo notário do comissário do Santo Ofício de Manila, contém ainda uma nota de frei Francisco de Herrera, explicando que foi necessário voltar a pedir a informação a Macau por os portugueses que tinham levado as cartas desde Manila não as terem entregue a frei António do Rosário.
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